A importância política se justifica cada vez que a comunidade de Umbanda e Candomblé é atacada por outras religiões, pelo poder público ou por entidades civis.
São muitas as formas de discriminação que nós enfrentamos isoladamente e nem todos os Irmãos de Fé possuem condições de lutar contra elas de forma efetiva e real.
É por essa razão que escolhemos nossos representantes na Câmara Municipal, na Assembléia Legislativa, na Câmara Federal e no Senado. Para que o nosso segmento da sociedade seja representado e tenha voz, para nos defender, lutar por nós, impor e exigir o respeito que é devido à nossa religiosidade e a cada um de nossos Irmãos.
Os outros seguimentos da sociedade civil e religiosa já possuem sua bancada nas esferas legislativas acima, cada uma cuidando de seus interesses, sendo atuantes e respeitadas.
Por que a Umbanda e o Candomblé não?
Precisamos, queremos e com certeza, a partir das próximas eleições teremos Guerreiros a nos representar. Não farsantes de plantão que convenientemente abordam nossas casas com discursos prontos as nossas dores.
Com mais pessoas engajadas na mesma causa, sem dúvida alguma, não fará só a força, mas a diferença. E nos dará a representação que hoje ainda não existe. Se até aqui alguma coisa nos faltou, foi só mobilização e organização para termos a necessária representação, pois trabalho existe. E ele não tem fim!
Por isso estamos nos unindo em torno de um só ideal.
Ideal que não é somente nosso, nem somente seu, ou de apenas alguns de nós. É um ideal da família que culta nossos amados Orixás. E, portanto, é o ideal de todos nós! E para a realização desse trabalho, necessitamos de pessoas qualificadas para realizá-lo.
E quando dizemos qualificadas, falamos de todos os Irmãos candidatos de verdadeira Fé e comprometidos com nossa representatividade, pois estes é que saberão exatamente o que fazer em seu nome.
Esse é o grande diferencial! É entender que só um genuíno irmão de Fé pode conhecer nossas necessidades e ter força para satisfazê-las plenamente, não se deixando abater pelas vicissitudes e dificuldades do caminho. |